ro.man.ce sm. 1. Descrição mais ou menos longa das ações e sentimentos de personagens fictícios, numa transposição da vida para um plano artístico. 2. Descrição ou enredo exagerado ou fantasioso. (FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda: Miniaurélio Século XXI Escolar: O minidicionário da Língua Portuguesa)
ro.mân.ti.co adj. 1. Relativo a romance. 2. Romanesco. 3. Sonhador, devaneador, fantasioso. 4. Que segue o romantismo. - sm. 5. Indivíduo romântico. (FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda: Miniaurélio Século XXI Escolar: O minidicionário da Língua Portuguesa).
Ai, ai, nada melhor do que, às vezes, consultar o pai dos burros. Na verdade, acho essa alcunha de extremo mau gosto; o dicionário aumenta nosso vocabulário. Ops, fiz de novo, me desviei do assunto desta postagem.
Pois bem, o que é o amor? O romance? Baudelaire define o amor como o gosto da prostituição, como uma tortura ou uma operação cirúrgica. Em partes, concordo com Baudalaire, mas não consigo não idealizar o amor ou o Amor como aqueles textos do Romantismo (todos perfeitinhos, exagerados e tudo mais). Sei que o Amor também precisa ser interpretado como amor e vice-versa, mas, ÀS VEZES, amor tem que ser Amor:
Deixa-me
Deixa-me de ti beber,
Apreciar-te a face,Acalentar-te a alma,
Beijar-te a boca!
Deixa-me premer-te o corpo,
Morder-te toda,
Excitar-te louca,
Apertar-te a coxa,
Fruir-te n'alma!
Deixa-me pura e simplesmente a ti amar!

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